Numa noite, acordei muito aflita sem perceber o que se estava a passar. Levantei-me, medi a tensão arterial e estava com 160/91. Comecei a transpirar e o meu marido chamou uma ambulância que me levou para o hospital, tendo chegado lá com 110/70. Isto aconteceu nos dois meses seguintes, até que fui a um cardiologista. Fiz exames e, segundo o médico, tenho um coração excelente.
Porque continuo a ter noites em que acordo com a tensão alta? Tenho 62 anos.
Tenho 69 anos, não fumo e não bebo. Levo uma vida regrada com uma alimentação à base de peixe, legumes e muita fruta. Pratico exercício fisico, jogando ténis três vezes por semana, num total de seis horas. Mas sempre que consulto um médico, e este me mede a tensão arterial, fico de tal modo alarmado que a tensão apresenta números na ordem dos 18/10. Todavia, quando em minha casa efectuo essa medição, no aparelho que possuo, os valores situam-se sempre, ao longo do dia e de semanas, na ordem dos 13/8. Será que a minha tensão arterial é normal e a chamada tensão arterial da bata branca é de desprezar?
Até que ponto pode a gordura localizada na cintura ser determinante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e qual a medida que corresponde a um risco mais elevado?
Tenho 40 anos e tenho a tensão arterial elevada (15/10). Gostava de saber que actividades desportivas são mais indicadas assim como se é melhor praticá-las (por exemplo, bicicleta estacionária em casa) de manhã ou ao fim do dia. E, no que respeita à alimentação, que cuidados especiais devo ter? Posso comer uma vez por
semana sardinha em lata sem prejudicar a minha tensão arterial?
Cardiologista
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